Uma parceria com a Rádio Horizonte FM, que decorreu em 2015.
O Museu do Vinho e da Vinha, em Bucelas, está ligado à tradição vitivinícola do Concelho. A fama do vinho de Bucelas é muito antiga e pensa-se que a cultura da vinha foi aqui introduzida pelos Romanos.
No século XII foi edificado em Loures um templo da Ordem dos Templários, no local onde quatro séculos depois foi erigida a actual Igreja Matriz, classificada como Monumento Nacional.
Na Casa do Adro, adquirida pela Câmara de Loures em 1979 a Eduardo Brasão, então embaixador de Portugal no Vaticano, funcionam hoje os serviços de Educação, Cultura, Desporto e Juventude do município de Loures.
O interior do edifício da Quinta do Correio-Mor encerra belos silhares de azulejos, tectos com decorações de estuque e outros com pinturas do artista José da Costa Negreiros e seus discípulos.
A Igreja de Nossa Senhora da Purificação, em Bucelas, classificada como Imóvel de Interesse Público destaca-se pelo equilíbrio da sua arquitectura e pela natureza da decoração e da talha.
O Centro de Interpretação das Linhas de Torres visa promover o conhecimento sobre a história das Guerras Peninsulares. Está localizado nas instalações do Museu do Vinho e da Vinha, em Bucelas.
A Igreja de Santiago, em Camarate, predomina a arte do século XVII. É Imóvel de Interesse Público, incluindo todo o seu revestimento de azulejo, talha e pinturas.
A Igreja de S. Pedro, em Lousa, impõe-se por pormenores de grande beleza. Vá até lá e observe a porta lateral, que conserva linhas da época manuelina, os painéis de azulejo, as imagens e pratas expostas.
O Enterro do Carnaval, com a leitura do respectivo testamento, realizada na 4ª feira à noite, era a atracção do Entrudo de Loures e simbolizava o fim dos folguedos.
O conjunto Palácio da Mitra, igreja monumental e aqueduto, em Santo Antão do Tojal, está classificado como Imóvel de Interesse Público. As obras realizadas em 1730 foram da responsabilidade do arquitecto italiano António Canevari.
A Igreja de S. João Baptista, em São João da Talha, está classificada como Imóvel de Interesse Público. A fachada, do final do século XVIII, conserva elementos de construção quinhentista
A Rota Histórica das Linhas de Torres é constituída por 152 fortificações, que serviram para defender a região de Lisboa das tropas de Napoleão.
O convento das Clarissas / Igreja de Nossa Senhora da Purificação em Sacavém foi mandado construir em finais do século XVI, com autorização do Papa Gregório XIII, por D. Miguel de Moura, escrivão de D. Sebastião.
Se gosta de passear e conhecer o nosso património, inscreva-se nos Percursos pelo Património, organizados pela Câmara Municipal de Loures aos segundos sábados de cada mês.
Após os danos sofridos com o terramoto de 1755, a fachada da Igreja de S. Silvestre, em Unhos, de fundação medieval, foi refeita, mantendo os portais maneiristas, bem como a abóbada da nave, reedificada sobre os arcos seiscentistas.
A Igreja de Santo António de Moscavide, inaugurada em 1955, tem traça do Arquitecto António Freitas Leal, azulejos na fachada da autoria de Manuel Cargaleiro. A estátua do padroeiro é do escultor Lagoa Henriques.
O Palácio Quinta da Abelheira, em S. Julião do Tojal, de arquitectura residencial tardo setecentista, é Imóvel de Interesse Público. Implantado na margem esquerda do Rio Trancão, integra uma capela tardo barroca.
O aqueduto de Santo Antão do Tojal tem uma arcaria de cerca de dois quilómetros de comprimento. Com origem em Pintéus, abastecia de água a Quinta e Palácio da Mitra, propriedade do Patriarcado de Lisboa.
A villa romana de Frielas é um dos sítios arqueológicos do concelho de Loures que melhores dados tem revelado sobre a organização dos homens neste território, entre o Império romano e a Baixa Idade Média.
A Quinta do Correio-Mor possui um notável palácio, edifício do século XVIII, que se destaca pela imponência da fachada que dá para o pátio da entrada, precedido de porta brasonada.
A Quinta da Francelha de Cima, em Sacavém, é Imóvel de Interesse Público. O seu núcleo primitivo, data do século XVII. No salão da casa, o medalhão do tecto é atribuído a Pedro Alexandrino.
Edificada como quinta de recreio, a Quinta da Francelha de cima, em Sacavém, apresenta decorações feitas com pinturas, cercaduras ornamentais, painéis marmoreados e frescos.
A Quinta/Palácio de Valflores, em Santa Iria de Azóia, está classificada como Imóvel de Interesse Público. Fundada no século XVI por Jorge de Barros, constitui um dos melhores exemplares de arquitectura civil em todo o distrito de Lisboa.
Os músicos do “cavalinho” da Marcha da Bemposta ficaram conhecidos pela “Orquestra dos Pirilampos” devido a um inovador sistema de iluminação das suas estantes, com pequenas baterias que transportavam no bolso do casaco.
A Quinta das Carrafochas, localizada em A-das-Lebres, é propriedade privada. O seu palácio de estilo barroco constituiu um bom exemplar de casa solarenga do primeiro quartel do século XVIII.
O Conjunto Monumental de Santo Antão do Tojal está classificado como Monumento de Interesse Público. Integra o palácio dos Arcebispos, a igreja, o jardim, o palácio-fonte, o aqueduto e o chafariz.
O Monumento Megalítico de Casainhos, na freguesia de Fanhões, foi erguido em pleno Neo-Calcolítico, numa altura em que a actividade agrícola na região já se encontrava consolidada. Está classificado como Monumento Nacional.
O Cruzeiro de Loures, datado do séc. XV está classificado como Monumento Nacional. Assente em três degraus, a base é octogonal. O seu capitel é decorado com motivos vegetalistas. Pode vê-lo no Largo 4 de Outubro.
Anselmo Braamcamp Freire foi o primeiro presidente da Câmara Municipal de Loures (1887). Grande proprietário de S. João da Talha, escritor e arqueólogo, aderiu ao Partido Republicano em 1907.
Na Quinta das Carrafochas, na localidade de A-das-Lebres, encontramos fontes rodeadas de painéis de azulejos com diversas alusões à produção e consumo de vinho.
O Cruzeiro Manuelino da Cruz da Pedra, em Frielas, data provavelmente do século XVI. Tem base em cordão agrilhoado que separa dois hemisférios, onde se apoia a coluna torsa.
A Diaclase das Salemas, na freguesia de Lousa, foi reconhecida em 1959 pelo Eng.º Luís de Albuquerque e Castro, quando procedia a um estudo para os Serviços Geológicos de Portugal. O Museu Geológico Nacional alberga materiais desta estação.
Os objectos de artesanato tradicional eram peças utilitárias indispensáveis ao dia-a-dia dos trabalhadores agrícolas. Por aqui existiam com fartura cesteiros, latoeiros, ferreiros, canteiros, correeiros, tanoeiros e oleiros.
O aqueduto de Santo Antão do Tojal, com origem em Pintéus, alimentava duas fontes: o chafariz público, ao cimo da povoação, junto à estrada para São Julião do Tojal, e o chafariz monumental, que hoje conhecemos, constituído pela pia, tanque e bicas.
O Museu do Vinho e da Vinha, em Bucelas, é o museu mais recente do concelho. Foi instalado num edifício do final do século XIX, em tempos residência de Camilo Alves, um dos maiores produtores de vinho de Bucelas.
A construção da Casa do Adro, inicialmente designada Quinta da Igreja, data do século XVII. O edifício foi alargado no séc. XIX pelo proprietário de então, o insigne jurisprudente Francisco Trigoso de Aragão Mourato.
Em 1951 desfilaram pela primeira vez no Coliseu dos Recreios marchas populares provenientes do município de Loures - Bucelas, Bemposta e Vila de Rei – tendo-se-lhe juntado, em 1952, as de Camarate e Sacavém.
A Quinta das Carrafochas começou a produzir vinho branco a partir de 1954, sendo no presente a vinha privada mais próxima do centro de Lisboa. Exemplo da excelente produção vinícola do concelho de Loures, é premiada em concursos internacionais.
A região vitivinícola de Bucelas está demarcada por lei desde 1911, sendo o Arinto a casta que confere as características organoléticas deste famoso vinho branco.
O Museu de Cerâmica de Sacavém é um espaço museológico de valorização, salvaguarda e divulgação do legado da Fábrica da Loiça de Sacavém. Este equipamento municipal foi inaugurado no ano 2000.
A Quinta do Conventinho, em Santo António dos Cavaleiros, foi convento de frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida. Aqui funciona o Museu Municipal de Loures desde julho de 1998.
O Castelo de Pirescoxe, em Santa Iria de Azóia, está classificado como Imóvel de Interesse Público. Antiga casa fortificada, ostenta ainda as torres ameadas com incontestável aspecto medieval.
A Rota Histórica das Linhas de Torres é um projeto turístico-cultural criado para recuperar e valorizar o património histórico-militar construído para defender a cidade de Lisboa das invasões dos exércitos napoleónicos, no início do século XIX.
O trajo saloio masculino era composto por calça à boca-de-sino, camisa, colarinho mole, jaqueta, barrete negro e bota de couro. A cinta era preta para os casados e encarnada para os solteiros
Em Loures o Dia da República comemora-se a 4 de Outubro. Naquele dia de 1910 a Junta Revolucionária saiu do Centro Republicano de Loures e ocupou os Paços do Concelho, onde hasteou uma bandeira com as cores republicanas.
A primeira sede da Câmara Municipal de Loures foi no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, situado na Mealhada. Depois de recuperado, o edifício é hoje sede da Assembleia Municipal.
Até meados do século XX, a produção hortícola de Loures era transportada para os mercados da capital por carroças e galeras, puxadas por cavalos e machos. No Museu Municipal de Loures é possível ver alguns exemplares dos transportes da época.
No Concelho de Loures existem 4 árvores classificadas de Interesse Público. Distinguem-se doutras das suas espécies pelo porte, desenho, idade, raridade, e interesse histórico ou paisagístico.
O ANIM – Arquivo Nacional de Imagens em Movimento é um centro de conservação do património cinematográfico. Localiza-se no Freixial, freguesia de Bucelas.
Avelar Brotero, botânico português, nasceu em Santo Antão do Tojal no ano de 1744. Na sua importante obra com o título Flora Lusitânica identificou cerca de 1800 espécies, muitas delas desconhecidas até então.
Ao terceiro sábado de todos os meses realiza-se uma visita animada ao Conventinho, um belo espaço onde funciona o Museu Municipal de Loures. Óptimo programa para miúdos e graúdos!
As Cegadas eram representações teatrais de cariz popular que, com ironia e mordacidade, criticavam ou condenavam situações socialmente mal aceites.
O Lançamento das Pulhas, observado na época carnavalesca, tinha por função enviar recados ou provocações a personalidades locais.
A Quinta do Correio-Mor, em Loures, classificada como Imóvel de Interesse Público, foi assim chamada por ter pertencido ao correio-mor do Reino no tempo de Filipe II.
Os saloios terão sido originários do norte de África, instalando-se em Lisboa e seus arredores aquando do domínio muçulmano na Península Ibérica.
O Prof. David Lopes explicou, em 1917, na sua obra “Coisas Arábico-Portuguesas”, que o termo Saloio deriva do arábico Çahroi, que significa “habitante do campo”, por oposição ao citadino.
Para além de trabalharem nas hortas e pomares, os saloios negociavam os produtos agrícolas e construíam os objectos e ferramentas indispensáveis ao trabalho no campo.
A importância da Diaclase das Salemas, na freguesia de Lousa, consiste no reconhecimento da existência de pelo menos dois níveis do paleolítico superior. A Diaclase encontra-se em propriedade privada, não sendo possível a sua visita.
Muitos almocreves palmilharam o nosso território. Vendedores ambulantes, levavam aos lugares mais recônditos as utilidades que de outra forma não se poderiam obter.
O trajo saloio feminino era composto por saia rodada, às vezes com sobresaia ou avental, camisa, bota de meio cano, casaquinho apertado no peito, xaile e lenço de cabeça.
Nos tempos de lazer os saloios gostavam de jogar ao chinquilho ou malha, à laranjinha e ao pau de sebo, entre outros jogos tradicionais.
O Círio constituía um misto de romaria e procissão de longo curso, na qual os romeiros conduziam uma vela de cera de grandes dimensões – o círio – até ao local de culto predeterminado.
O primeiro Museu Municipal de Loures foi inaugurado no dia 4 de outubro de 1985 na Casa do Adro, situada junto à Igreja Matriz de Loures.
A Presença humana em tempos paleolíticos na zona de Santo António dos Cavaleiros foi atestada por estudos efetuados na Estação Paleolítica do Casal do Monte, hoje classificada como Imóvel de Interesse Público.
A Rota Histórica das Linhas de Torres é um projeto de seis municípios, entre os quais o de Loures. Contempla diversos circuitos de visita, apoiados em seis centros de interpretação.
O Castelo de Pirescoxe é propriedade da Câmara Municipal de Loures. Classificado como Imóvel de Interesse Público, assume hoje função de galeria municipal, com exposições temporárias regulares, possuindo cafetaria e esplanada.

